Tento correr, berrar, gritar por ajuda. Mas não adianta. Estou congelada, paralisada, incapaz de falar. Completamente sozinha por toda a eternidade.
Propositalmente separada de tudo o que conheço e amo... desligada de tudo que existe. Sei que não tenho alternativa senão me render enquanto minha mente se apaga e meu corpo enfraquece.
É inútil lutar quando ninguém pode me salvar.
Fico assim, solitária, eterna, com uma consciência sombria rastejando sobre mim e me puxando de um lugar fora do meu alcance... ‘’
Página: 48 e 49.
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