E eu ri a tarde toda sozinha lendo conversas antigas, lembrando o quanto você me fez feliz.
Eu já havia esquecido do quanto era divertido, do quanto eu gostava das suas mensagens, dos apelidos carinhosos, das suas mordidas, dos nossos momentos.
Você foi o garoto mais ridículo que já apareceu na minha vida. E eu gosto tanto tanto tanto disso.
Era tão diferente de tudo o que eu já vivi, de todos os romances de livros, filmes e histórias de outras pessoas. Você era tão diferente dos outros meninos... tão surpreendente, tão estranho, tão meu.
E da vontade de voltar no tempo toda vez que minha bipolaridade ataca, só pra ver você me olhar com carinho e me abraçar forte. Só pra receber suas ligações preocupadas dizendo que a solução para as minhas crises era você.
Você, sua loucura e sua liberdade se encaixariam tão bem na minha vida agora... nesse momento de migalhas de relacionamentos falidos. Igualzinho da outra vez, quando você me botou no colo e cuidou de mim.
Queria ter a oportunidade de lhe agradecer agora por tudo o que nos aconteceu, e dizer que não guardo magoa alguma em relação a sua falha. Afinal, eu errei muito na nossa história.
Mas quer saber de uma coisa? Ainda não há nomeclatura para o que nós tivemos.
É como eu lhe disse diversas vezes enquanto você dizia que me amava... "Não é amor, é melhor."
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